Três regimes.
Um cenário para comparar.
Informe os números do seu negócio e compare a carga estimada do Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.
Menor carga estimada.
Decisão com contexto.
O destaque considera tributos da empresa e encargos patronais, incluindo FGTS. A escolha real exige avaliar atividade, elegibilidade, histórico, créditos, obrigações e previsões.
Retenções de INSS/IRRF dos sócios e empregados não são somadas como novo custo patronal. A comparação também não abrange tributação pessoal ou distribuição de dividendos.
Como cada regime é calculado?
Simples: receita anual projetada e Fator R projetado definem a alíquota efetiva; CPP externa e RAT são adicionados no Anexo IV. Presumido: IRPJ e CSLL sobre as bases presumidas, adicional, PIS/Cofins, ISS e encargos. Real: PIS/Cofins líquidos de créditos informados, ISS, encargos e IRPJ/CSLL sobre resultado estimado com ajustes fiscais.
Por que a comparação é limitada a R$ 300 mil por mês?
O modelo anualiza uma operação estável até R$ 3,6 milhões, sem tratar a faixa do Simples acima do sublimite de ISS. Não se trata do limite geral de enquadramento do Simples.
Quais situações exigem uma análise própria?
ISS fixo de sociedades profissionais, benefícios hospitalares, atividades mistas, exportações, retenções, CPRB, PIS/Cofins cumulativos no Lucro Real, prejuízos fiscais, receitas financeiras e sazonalidade. Médicos são simulados como serviços gerais, sem presunções hospitalares reduzidas automáticas.
Como a reforma tributária entra em 2026?
O cenário considera cumprimento das condições de dispensa de recolhimento do IBS/CBS no ano de teste de 2026. Não adiciona 1% por cima do PIS/Cofins e não projeta as regras de 2027.
O Fator R é definitivo?
Não. A projeção usa pró-labore, salários, FGTS e CPP elegível adicional informada, anualizados. A apuração real usa valores elegíveis efetivamente pagos e recolhidos no período aplicável.
Fontes e parâmetros
Referências consultadas em 03/10/2026. Parâmetros não são atualizados automaticamente.
